10/11/2012

Frutíferas nativas: 'ouro a
ser descoberto no cerrado'
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A estudante Thayssa Monteiro da Faculdade Araguaia toma suco de mangaba do cerrado no intervalo da mesa redonda Empreendedorismo sustentável: teorias e práticas do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Uma delícia mas que só se tornou possível porque ainda existem esses frutos em alguns municípios de Goiás. E o alerta do mais conhecido empreendedor sustentável no cerrado, o sócio proprietário da Frutos do Brasil, Clóvis Almeida, é de que o cerrado serrado precisa ser replantado pelo menos para termos quantidade suficiente de frutos para produzir mais sucos, sorvetes, picolés, licores, doces e geleias. Empreendedorismo que pode ser sustentável e lucrativo porque a procura é grande, inclusive de outros países, mas a quantidade de ofertas de frutos nativos do cerrado está baixa
Mesa redonda Empreendedorismo Sustentável: teorias e práticas realizada no 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Presépio na cabaça exposto na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. O trabalho é dos artesãos de Orizona, Goiás
Observa só a atenção dessa mesa formada por Ministério Público, empresário da Frutos do Brasil, Fieg, Semarh e Emater... Eles estão ouvindo o representande da Embrapa que defende linha do agronegócio no cerrado

Sócio proprietário da Frutos do Brasil Clóvis de Almeida falou por 20 minutos em mesa redonda do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Ele relata que locais onde comprou safra de frutos do cerrado na Bahia no ano passado este ano não produziu nada. "Passei por um trecho de 100 quilômetros e só vi desmatamento. Minha empresa só pode crescer 20% ao ano porque não temos frutos do cerrado suficientes" - sinalizou o empresário que obteve sucesso com picolés e sorvetes com sabores do Cerrado e sinaliza qual é o norte do empreendedorismo sustentável para estudantes e profissionais presentes no evento. Então quem quer ganhar ganhar muito dinheiro planta frutos do cerrado
Grande panela de ferro na decoração da mesa das autoridades do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Representante da Fieg o professor da PUC-GO Dr. Wellington da Silva Vieira participou da Mesa Redonda Empreendedorismo sustentável no cerrado: teorias e práticas

Servidores da Secretaria Municipal de Educação, Emater e monitores do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado no auditório da Faculdade de Direito da UFG acompanhando mesa redonda
Arte em arte de Silvio Di Oliveira sobre aro de pneu descartado. Arte com reaproveitamento na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Representante da Semarh a médica veterinária Márcia Barnabé participou da Mesa Redonda Empreendedorismo Sustentável no Cerado: teorias e práticas
A culinária goiana também depende dos frutos do cerrado e os frutos do cerrado dependem da preservação das espécies do bioma
Vários órgãos discutindo teorias e práticas que podem mostrar o melhor rumo para o cerrado, bioma brasileiro mais antigo e de grande riqueza muitas vezes desconhecida
A estudante da PUC-GO com golfinho produzido com pneu descartado. O trabalho é do artista Silvio Di Oliveira e foi exposto na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalita Brasileiro no Cerrado
Parte da equipe do Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado com o sócio proprietário do Frutos do Brasil Clóvis Almeida
Suco de Umbu do cerrado no intervalo da mesa redonda Empreendedorismo no Cerrado: teorias e práticas
Ivair Lima é jornalista aposentado que agora quer se dedicar a produzir frutos do cerrado. Participou do evento atento a cada detalhe: "Estou aqui para aprender. Vou plantar e estou conseguindo as mudas com a Emater. Estou aposentado e vou me dedicar ao cerrado"
Suco de mangaba para os participantes do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Mas que delícia... e milhares de pessoas não conhecem atualmente o sabor da mangaba. Estão aí as oportunidades para os empreendedores sustentáveis do cerrado
Tarcisio Cobucci da Emater na Mesa Redonda do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado no auditório da Faculdade de Direito da UFG
Momento do suco de mangaba e umbu ao lado de Mariusa da Saneago. Ao lado o jornalista Ivair Lima que atuou no Diário da Manhã e atualmente aposentou-se e quer cuidar do Cerrado em sua propriedade produzindo frutos nativos da região
Luminária com reaproveitamento de latas de bebidas de alumínio com chapa perfurada. Muitos objetos o artista Silvio Di Oliveira obtém de peças automotivas descartadas
Um clique ao lado de Clóvis de Almeida, exemplo de empreendedor sustentável no cerrado
Produtos do Hospital de Medicina Alternativa HMA presente no 18º Simósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Tijolo ecológico: feito de entulhos de construção e terra, economiza em até 40% o custo da construção, construção mais rápida e bom acabamento porque dispensa reboco e pintura. O tijolo ecológico foi exposto na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Aparecida Pinheiro da Associação dos Artesãos de Orizona presente na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Bonecas em palha de bananeira, milho, presépios em cabaças e muito mais
Bonecas produzidas com fibras de bananeira, palha de milho e outros. Trabalho dos artesãos do município de Orizona, interior de Goiás
Parte da equipe do Hospital de Medicina Alternativa no 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Artesãs mostram trabalho em tapetes na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Nilton Marques da Mag Life no 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
A arte de Silvio Di Oliveira na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Nesta obra o artista trabalhou com pneus descartados
Parte do público presente na abertura do evento 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Decoração da mesa dos palestrantes, para o próximo ano o tema do Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado poderá ser Povos do Cerrado
Palestra de Leolince do Carmo na mesa redonda Empreendedorismo no Cerrado: teorias e práticas
Grande panela de ferro na decoração da mesa das autoridades do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Detalhe com pequi e baru em cima da panela ou dentro e ao lado jatobá
Presença dos estudantes no 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Público presente no 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Estudantes Carol e amiga conhecem as topiarias e quadros do cerrado produzidas com sementes e essências aromáticas. As estudantes vão fazer trabalho para a universidade sobre as topiarias
Estande do artista Silvio Di Oliveira na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Luminária produzida a partir de um filtro de madeira descartado. Trabalho do artista Silvio Di Oliveira exposto na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Servidores da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia no 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado

 Estande da Saneago no 18º Simpósio ambientalista Brasileiro no Cerrado
Silvio Di Oliveira com luminária de teto produzida com reaproveitamento. Arte exposta na Expocerrado do 18º Simpósi Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Caixa de sabão em pó vira sacola reutilizável nas mãos dos artesãos de Orizona. Trabalho exposto na Expocerrado do 18º Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado
Grande casco de tartaruga da Amazônia. O que vocês acharam? É uma espécie rara. Exemplar único capturado nas ruas de Goiânia depois de ser descartado. O trabalho é de Silvio Di Oliveira, o artista do cerrado que molda animais com pneus abandonados no meio ambiente

Um comentário:

  1. Boa noite Wagner, como vai? Assisti ao seu video sobre as frutas do cerrado e achei incrível! Existem poucas fontes a respeito dessas riquezas e eu tenho muito interesse em conhecer mais. Sou de Cuiabá e sou gastrônomo, quero me aprofundar nessa vastidão que é o cerrado e toda ajuda é bem vinda! Meu e-mail é roh_souto@hotmail.com e ficaria muito grato se você pudesse colaborar com informações, contatos de fornecedores, feiras e tudo que puder. Muito obrigado! Rodrigo Souto.

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